LITERATURA, MÚSICA, CINEMA, ATUALIDADES E OUTRAS DELÍCIAS...

Mostrando postagens com marcador Café com Espetáculos e Musicais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Café com Espetáculos e Musicais. Mostrar todas as postagens

15 de abril de 2015

Quando os sonhos se tornam realidade!



Creio que a maioria de nós já ouviram falar de Susan Boyle e já viram pelo menos uma vez este vídeo do Britain's got Talent de aproximadamente cinco anos atrás.
E apesar de tanto tempo eu ainda sou capaz de me emocionar a cada vez que assisto e já perdi a conta de quantas vezes ouvi a voz dessa mulher fantástica, que foi corajosa o suficiente para perseguir seu sonho, mesmo quando nada, ou quase nada e ninguém estava a seu favor, mas mesmo que não soubéssemos antes, ela já tinha a si mesma e tinha tudo! E essa apresentação incrível ofereceu e ainda hoje oferecem várias grandes lições para todos nós.
Ela tinha consciência de sua aparência não ser um fator que facilitasse e abrisse portas. Mas, mesmo assim, conseguiu ter bom humor e rir de si mesma. Com a consciência de seu talento ela não se deixou abater pelo cinismo dos jurados e as risadas da platéia antes de sua apresentação. E depois da surpresa, esse mesmo público a aplaudiu de pé, perplexos diante de um talento tão raro.
Mas vale ressaltar a capacidade e coragem dos jurados também de assumirem em público seu preconceito e reconhecerem seu erro, pois infelizmente fazemos isso todos os dias com as pessoas nas ruas e em nosso dia a dia, sem conhecermos a sua história e o que elas trazem em seu coração, ou seja, julgamos as aparências sem nos darmos conta da superficialidade na qual vivemos e enxergamos o mundo.
Isso sem contar na escolha tão apropriada da música "I Dreamed a Dream" (Eu sonhei o sonho) do musical "Os Miseráveis" adaptado do romance de Victor Hugo. Essa música diz sobre a ousadia e a coragem de sonhar, apesar da realidade da vida nos arrebatar para um destino muitas vezes nefasto, cruel e insuperável. Assim como no romance em que mostra a pior face do ser humano, seus piores instintos, mas também nos presenteia com a possibilidade de transformação e redenção, quando alguém simplesmente se digna a estender a mão e a olhar nos olhos dos excluídos e a dar um lugar em seu coração a todos que padecem e sofrem suas misérias, sendo elas visíveis ou invisíveis aos olhos dos outros.
Muitas coisas ainda poderiam ser ditas referentes à essa história, pois cada vez que assisto a esse vídeo aprendo algo mais incrível ainda sobre a capacidade de transformação dos seres humanos. Mas, prefiro parar por aqui e deixar que a própria Susan Boyle fale com você e com o seu coração, assim como ela fala comigo e com o meu coração sempre que a ouço cantar.

21 de outubro de 2013

A Música toca o coração do Mundo.

http://www.youtube.com/watch?v=GBaHPND2QJg&feature=player_detailpage

Nota: Olá! Informo que o vídeo abaixo foi retirado do youtube mas, não consigo retirá-lo do blog, por isso peço que cliquem no link acima para assisti-lo e você será direcionado diretamente ao youtube. Mas por favor voltem aqui depois para ler o post ok? Obrigada! 



Em maio de 2012 o Banco Sabadell, um dos grandes bancos europeus, completou 130 anos, e a cidade que lha dá nome, vizinha a Barcelona, na Espanha, ganhou um presente nas ruas, transformado depois em peça de divulgação.
Organizado pela agência Remake Comunicación, um evento com muito de flash mob, denominado “Som Sabadell”, reuniu na central praça Sant Roc centena e meia de músicos da Orquestra Sinfônica de Vallès (Sant Cugat de Vallès, cidade próxima) e integrantes dos locais Coro Lieder, Amics de l’Òpera e Coral Belles Arts.
Neste vídeo, eles interpretam a belíssima, majestosa Ode à Alegria, poema cantado no quarto movimento da 9ª Sinfonia de Beethoven, que o grande gênio da música compôs inspirado em texto de Schiller.
Pessoas de todas as idades se comoveram diante da performance e foram filmados. Muitos sabiam cantar a letra do que é, hoje, o Hino da União Europeia.
Fonte: Site Veja, Coluna de Ricardo Setti em 01/07/2012

Olá!
Eu acho esse vídeo fabuloso! Isso para dizer o mínimo. Eu já o tinha visto várias vezes mas não me canso e ele sempre me emociona, principalmente por ver tantas crianças sendo tocadas por algo tão maravilhoso.
Isso me faz pensar que todas as pessoas do mundo gostam de Arte e Música e a mesma só precisa ser cada vez mais acessível à todos os povos, independentemente das fronteiras sociais, religiosas, geográficas, culturais e educacionais pois, a linguagem da alma e dos sentimentos são únicas e unem a todos indistintamente.
E a verdadeira Arte eleva o espírito.
Assistam quantas vezes quiserem.
Até a próxima!

29 de abril de 2013

Musical: Alô Dolly!



Sinopse: A história de "Alô, Dolly!" se passa em 1890, no estado de Nova York, e conta a história de Dolly Levi, uma célebre viúva casamenteira que é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonkers, Horácio Vandergelder, para lhe arranjar uma esposa na cidade grande.

Serviço:
Teatro Bradesco
Shopping Bourbon
Rua Turiassu, 2100 - 3º Piso - Perdizes
De 2 de março a 2 de junho
De quinta a domingo
Classificação livre
Olá Pessoal!
Eu gostaria de indicar para que vocês assistam ao Musical Alô Dolly no Teatro Bradesco em São Paulo. E se vocês estão a fim de curtir uma noite divertida, agradável e relaxante, sem pensar em nada que lhe cause preocupações, então esteja certo que a pedida será ir ao encontro de Marília Pêra e Miguel Falabella porque, sem dúvidas, você não vai se arrepender.
Esse musical é sucesso na Broadway e o texto foi adaptado para o palco brasileiro por Miguel Falabella e a releitura está incrível. Aliás, tudo está perfeito: a atuação dos atores e atrizes, figurinos, canto, música, dança etc.
Eu sou fã de musicais e tenho orgulho de prestigiar cada vez mais apresentações de qualidade aqui no Brasil.
Bom, se você se interessou apresse-se pois o musical ficará em cartaz só mais um mês.
E se você aproveitar essa dica e for ao Teatro me conte o que achou pois adorarei saber.
Bom espetáculo!

12 de fevereiro de 2013

Filme: Os Miseráveis



Eu estou absolutamente emocionada e feliz por ter presenciado esta noite à um verdadeiro espetáculo no cinema ao assistir o filme: Os Miseráveis. Essa obra de Victor Hugo escrita há 150 anos é real ainda hoje e somente mudam os cenários e o tempo em que se passa mas, a miséria humana retratada assim, como o amor e a amizade são sentimentos que vivemos ainda hoje e viveremos enquanto a humanidade existir e por isso mesmo nos emocionamos e refletimos sobre os nossos sonhos e ideais, nossos sentimentos e pensamentos mais profundos e significativos.
Um homem, Jean Valjean, que têm sua vida roubada por 20 anos em uma prisão condenado pelo furto de um pedaço de pão para alimentar a sua família e que o alimento que recebe da lei é o cultivo do ódio. Um homem simples que ao sair em liberdade condicional encontra em um padre a redenção de seus pecados e reencontra o seu futuro sob um novo nome e na esperança da reconstrução de uma nova história e torna-se um homem rico mas um foragido da justiça.
Mas um homem não pode se livrar de seu passado e de sua história e a lei sempre reaparece cobrando a conta na forma do policial Javert relembrando a todo momento o passado de Valjean.
Mas, para proteger a doce e jovem Cosette, sua filha adotiva, de um passado maculado e repleto de dívidas com a justiça, Jean exercita o bem e é recompensado pelo amor e gratidão de todos àqueles que são beneficiados por ele.
E exatamente esse sentimento, a gratidão, é o que mais me tocou neste filme, pois forma-se uma corrente do bem em torno de um homem que encontrou a degradação mas, soube aproveitar e seguir o caminho da luz e do bem quando a oportunidade lhe foi apresentada.
Vários anos se passam e o motim popular de 1832 em Paris é retratado, em que jovens e populares revoltam-se contra o governo e a miséria. Uma guerra em que não há vencedores e sim, seres humanos em conflito com a sua própria verdade e com a sua alma. Jovens que encontram a morte lutando e defendendo uma sociedade em que só existem vítimas do sistema político. E que um jovem é resgatado pelo amor que sente pela jovem Cosette e por um pai que não mede esforços para ver a sua filha amparada e feliz.
Enfim, falaria aqui a noite toda sobre o que vi hoje e a cada momento em que penso nessa história ainda mais reflexões tomam conta da minha mente e mais sentimentos transbordam de meu coração mas, peço licença ao grande mestre Victor Hugo para fechar esse post com o prefácio do livro Os Miseráveis e me despeço de você indicando e recomendando que aproveitem e apreciem essa bela obra nos cinemas:

"Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis." Victor Hugo, 1862


18 de março de 2012

Musical: Priscilla, Rainha do Deserto


Sinopse
Três drag queens vão de Sydney até uma cidade turística no remoto deserto australiano para realizar seu espetáculo. Durante o caminho, Mitzi (Luciano Andrey), Felicia (André Torquato) e Bernadette (Ruben Gabira) estreitam laços de amizade e vivem grandes aventuras dentro do velho ônibus de excursão, carinhosamente apelidado de Priscilla.
Baseado no premiado filme “Priscilla, Rainha do Deserto” (1994), o musical já foi visto por mais de 2,5 milhões de pessoas desde a estreia em Sydney, em 2006. Já esteve em cartaz em Melbourne (Austrália), Auckland (Nova Zelândia), Toronto (Canadá), Londres (Reino Unido), Milão (Itália) e atualmente está no Palace Theatre, na Broadway (Nova York – EUA), onde foi visto por quase 300 mil pessoas 

Estreou ontem em São Paulo no Teatro Bradesco o Musical Priscilla, Rainha do Deserto e eu não podia perder essa pois, sou fã de musicais e do filme e saí do Teatro pisando nas nuvens, sonhando e com vontade de dançar muito ao som dos flashbacks inesquecíveis de It's Raining Men, I Will Survive, Go West e outros hits inesquecíveis.
Eu, se fosse você, não perderia essa super produção de qualidade, puro glamour cheio de purpurina e luxo. Os atores e atrizes estão fantásticos e quem não gostaria de, por uma noite transformar-se em uma Diva e descer do céu e cantar no alto do ônibus mais famoso do cinema? Eu posso dizer por mim porque, depois de ontem, voltar à realidade é um grande desafio.
Lembrei-me com isso da cena em que Bernadete vê o ônibus e diz que não viajará nele e Felícia responde que é um avião e que só aparou as asas e ela tem toda razão pois, as asas desse avião ficou dentro de nós durante todo o espetáculo pois, enquanto elas, as Divas, viajavam pela estrada do deserto da Austrália, nós, pobres mortais, viajávamos pelo céu de puro encantamento.
A realidade dura das Drag Queens que, mesmo depois de quase 20 anos em que essa história foi escrita e levada ao cinema, se mantém absolutamente atual, apresentando o preconceito e a homofobia dando um tapa na cara sutil e repleto de classe em todos àqueles que insistem em não ver que no terceiro milênio somos apenas gente, seres humanos com o coração batendo descompassado em busca dos nossos sonhos e tentando ser feliz.
Eu tenho muita coisa a dizer porque meu coração transborda de pura alegria com o que vi e vivi ontem mas, só posso finalizar dizendo ao elenco, direção e produção de Priscilla que somente farei uma pequena oração pra vocês "I Say a Little Prayer", e desejo vida longa à Priscilla e muito sucesso e obrigada...muito obrigada mesmo por trabalharem duro para nos fazer sonhar... 

6 de novembro de 2011

O Teatro Mágico

"Eu não sei na verdade quem eu sou. Já tentei calcular o meu valor. Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou...Por que a gente é desse jeito. Criando conceito pra tudo que restou?
CD A Sociedade do Espetáculo.



Há exatamente uma semana, no dia 30 de outubro no Citibank Hall em São Paulo, vivia um dos momentos mais incríveis e maravilhosos da minha vida e que, com certeza ficará marcado em minha memória para sempre, ou seja, o primeiro show que assisti do Teatro Mágico!
Conheci as músicas da trupe em 2007 e me encantei com "A Pedra Mais Alta" dai então não sosseguei até encontrar o primeiro CD "Entrada para Raros" e foi paixão ao primeiro CD, depois vieram os DVDs, o "2 Ato" e agora "A Sociedade do Espetáculo". Não tem como não se apaixonar por esse grupo àquele que tem o olhar sensível para a arte e o ouvido apurado para as mais belas melodias, em que cenário, música, poesia fundem-se em um trabalho primoroso repleto de metáforas que nos levam à um mundo de contemplação e reflexão. Foi emoção do início ao fim e minha criança interior saiu repleta e feliz e acreditando que, sim, o mundo em que vivemos é bonito quando temos o olhar melhor e certo para ele.
Se você não conhece o Teatro Mágico não conseguirei explicar aqui quem eles são e a maravilha do que produzem, então você deverá tentar descobrir por si mesmo e, de acordo com o verso no início deste post, se não sabemos na verdade quem nós somos, com o Teatro Mágico surge uma vontade imensa de fazer esta viagem insólita.
E a noite do dia 30 foi mais do que perfeita com a presença de Flavio Venturini cantando clássicos como "Noites com Sol" e "Nossa Linda Juventude" que, me transportou há 10 anos e me fez relembrar grandes amigos e histórias vividas com eles que marcaram a nossa grande amizade.
Eventos assim fazem com que a gente se orgulhe de ter em nosso Brasil uma arte de tão elevada qualidade e bom gosto. Um país que tem tantos problemas sociais, políticos, educacionais etc, contar com essas vozes que nos representam tem um valor incalculável e inestimável!
Obrigada Teatro Mágico!
E, prá você fica um gostinho a mais com o clipe: Amanhã...será?

"O Post é voz que vos libertará. Descendentes tantos insurgirão..."
CD A Sociedade do Espetáculo.


16 de outubro de 2011

Musical Mamma Mia no Teatro Abril em São Paulo

 Sinopse

No centro da trama, uma mãe. Uma filha. Três possíveis pais. A magia e o significado das sempre atuais canções do ABBA inspiraram a escritora Catherine Johnson nesta história sobre amor e amizade, passada em uma pequena ilha grega. Às vésperas de seu casamento, uma filha, em busca da identidade de seu pai, convida três homens que fazem parte do passado de sua mãe e que há 20 anos não a viam. Entre as 23 músicas, hits do ABBA, incluindo “Dancing Queen”; “The Winner Takes It All”; “Money, Money, Money” e “Take A Chance On Me”, fazem parte dessa deliciosa noite de pura diversão.
A produção nacional tem versões de Cláudio Botelho, 32 atores e orquestra de 10 músicos. No elenco, destaque para Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos, Rachel Ripani e Pati Amoroso. Para divertir, o espetáculo traz movimentos de dança contemporânea dos anos 70, 80 e 90, incluindo disco e hip hop. Fenômeno mundial, o musical já passou por 270 cidades, ainda está em cartaz em onze teatros do mundo (incluindo Londres e Nova York) e já rendeu US$ 2 bilhões de bilheteira.
Fonte: http://www.musicalmammamia.com.br/


Olá Pessoal,
Deixo aqui essa dica para vocês que curtem musicais e o Abba. Assistam ao Mamma Mia no Teatro Abril em São Paulo mas, corram porque só ficará em cartaz até o final de outubro quando completará 1 ano da estréia. Para quem não sabe o Teatro Abril está localizado à Av. Brigadeiro Luis Antônio, 411. E, para aqueles que não são de São Paulo ou, que preferirem podem adquirir os ingressos pelo site: http://www.ticketsforfun.com.br/.
Sei que quem conhece os musicais da Broadway tem preconceito e desconfiança em relação aos musicais brasileiros e a interpretação das músicas em português mas, confiem em mim, vale a pena e eles são super fiéis às músicas e não deixa nada a desejar aos originais.
Com o elenco principal já assisti à Bela e a Fera e ao Fantasma da Ópera, infelizmente perdi Cats, Os Miseráveis e a Noviça Rebelde mas, se um dia voltar, com certeza estarei lá novamente, assim como irei aos próximos espetáculos.
O elenco é maravilhoso, a qualidade do som, efeitos especiais, figurinos e cenário impressionam. Saí do Teatro em estado alfa, com a sensação que não conseguiria colocar os pés no chão novamente.
Não tem como não entrar na história e nas questões familiares dos personagens. Uma história de amor entre um homem e uma mulher, pai e filha, filha e mãe, entre amigos, enfim, na dosagem certa e abordando temas difíceis e complicados das relações familiares em que passado e presente se fundem mas, sem cansar o público pois, é mesclado com comédia e as músicas do Abba, que são tão conhecidas, aliviam a tensão do público.
O ponto alto do espetáculo é o final em que os atores se despem dos personagens e tiram o público da cadeira nos fazendo cantar e dançar ao som do Abba nos levando de volta aos anos 70. Saí de lá desejando voltar...
Se vocês forem me contem o que acharam ok?
Beijos